CINEMARK BRASIL | Projetos Especiais
Desde 2000, a Cinemark comemora o Dia do Cinema Nacional com o evento Projeta Brasil Cinemark. Dia 12 de Novembro prestigie uma produção brasileira, escolha um filme e vá ao cinema, assista a preço popular de 3 reais na Rede Cinemark.
A Rede reserva uma segunda-feira do mês de novembro para exibir filmes nacionais, em todo país, por um preço simbólico. O critério de escolha dos títulos leva em consideração filmes exibidos pela Cinemark durante o ano, envolvendo os mais diversos gêneros.
A iniciativa está ligada a outros projetos da empresa para aumentar a participação da produção nacional nas bilheterias da rede e, ao mesmo tempo, reaproximar o cinema brasileiro do grande público.
A renda líquida total, por parte de distribuidores, produtores e da própria Cinemark, é destinada a projetos diretamente ligados ao cinema nacional, como a premiação de longas e curtas-metragem, apoio a festivais, restauração de cópias, realização de campanhas e outros.
As 11 edições realizadas do Projeta Brasil já levaram aos cinemas mais de 1.500.000 de pessoas e distribuíram mais de R$ 2.000.000,00 em prêmios e incentivos.
domingo, 14 de outubro de 2012
sábado, 22 de setembro de 2012
Famosos ditam moda
CULTURA
Quem nunca imitou seu artista favorito, que atire a primeira pedra. No cotidiano percebemos comentários sobre o que aconteceu no capitulo passado da novela ou aquele filme sensacional. Cenas retratadas na televisão, nas folhas das revistas, ficam no subconsciente das pessoas, em alguns casos imitam o seu artista favorito incondicionalmente seguindo suas dicas, vestindo a mesma roupa, falando suas gírias e adotando o mesmo comportamento.
Ídolo do futebol bastante imitado é o jogador Neymar da Silva Santos Júnior, com seu corte de cabelo moicano, visto na cabeça de centenas de crianças. De acordo com a administradora de empresas, Marcia Vieira Benia, os canais de comunicação como a TV acabam por influenciar muito o comportamento das pessoas e isso é normal. Entretanto há que se tomar cuidado porque nem tudo o que é apresentado aos nossos olhos é adequado ao nosso cotidiano. Se por um lado esse comportamento de copiar as celebridades movimenta o mundo da moda e cria possibilidades de negócios, por outro lado pode ser nocivo às pessoas que em alguns casos perdem a noção do que é apropriado para elas e caem no ridículo com a adoção de um comportamento impróprio e às vezes vulgar.
No início da carreira o ator e também galã americano Jon Hamm viveu pequenos papéis em várias séries da Tv americana, incluindo 'Providence', 'The Division', 'What About Brian' e 'Related'. Mas ganhou grande reconhecimento ao interpretar o publicitário Don Draper, na série 'Mad Men', que estreou em julho de 2007 e está no ar até hoje. Além disso, ele participou do filme de ficção científica 'The Day the Earth Stood Still', que ditou moda na America e no Brasil.
Lavoisier afirmou que na natureza “[...] nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”, o que é de fato verdade e facilmente comprovado naquele ambiente, podendo inclusive ser tal afirmativa poética aplicável em parte também na natureza humana.
A psicóloga Waléria Rossana de Morais, entende que desde pessoas comuns até gênios sempre ouvimos falar ou presenciamos pessoas que criaram e criam muitas coisas: máquinas, objetos, artes, músicas, poemas, negócios, idéias, cursos, histórias e muito mais. “Tudo isso é fruto de um rebento chamado criatividade e intelectualidade que, de alguma forma, se materializa causando o milagre da transmutação do abstrato em concreto. Uma espécie de milagre cerebral e assim surgem as coisas!”
Waléria Rossana completa que as próprias pessoas passam por um processo psicológico chamado automodelagem, onde o sujeito em crescimento toma para si características que é do outro e experimenta ingredientes diferentes que lhe atiçam a curiosidade; interesse para formar sua própria identidade. Isso é perfeitamente saudável quando a criança tem as melhores referências e terrivelmente trágico quando a criança e até o adolescente tem as piores referências.
No entanto, a pissicologa diz que eventualmente alguns comportamentos adultos são imitados pelas crianças, pelos adolescentes e até mesmo por outro adulto. É muito comum ver a criança utilizando acessórios de sua mãe; ou o adolescente caracterizado ao estilo de seu ídolo cinematográfico ou mesmo o próprio adulto com trejeitos de seu chefe. A imitação é uma espécie de identificação com o outro e também muito saudável quando tais influências ajudam o sujeito fazer as melhores e mais íntimas escolhas de quem ele gostaria ser, sem deixar de ser ele mesmo.
A profissional constata que diante de tanto empenho em querer ser igual ao ídolo, resta à dúvida se tudo não passa de uma homenagem ou se trata de uma substituição de identidade. Assim, de acordo com o psicólogo graduado em psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Thiago Rodrigo Heine dos Santos, no período de construção de nossa identidade, procuramos e necessitamos de figuras de referência – no processo de interação com o meio externo e estruturação do meio interno – as quais farão nos sentirmos ou sermos parte de determinado grupo. “A influência e o ato de imitar determinados artistas ou bandas pode ser uma forma de expressão por parte dessas pessoas, o que faz eles se sentirem aceitos na sociedade em que vivem, frequentarem determinados lugares, e terem a tendência a envolver-se em grupos com os mesmos ideais”, afirma Thiago.
Apesar dessa formação da personalidade pela qual todos passam, para alguns especialistas, ser cover de alguém não significa a perda da identidade. Mestranda em psicologia pela Universidade Federal do Ceará (UFCE), Marcela Mello Ranier, salienta que para uma pessoa fazer o cover de outra é comum que se procure manter semelhança com aquela que imita. “Acredito que não é a imitação, por si só, que faria a pessoa se despojar de sua identidade para ‘incorporar’ este personagem”, completa. Também afirma que o cover pode ser visto como um tributo ou uma homenagem a um determinado artista ou banda, que marcou de alguma maneira uma geração ou a vida da própria pessoa.
Agora a perda de identidade, então, aconteceria caso o imitador realmente acreditasse que ele é o próprio sujeito imitado, sendo diferente quando o cover reconhece as diferenças entre ele e o personagem e consegue manter sua vida paralelamente aos momentos de trabalho. “Entretanto, noutras situações mais agravadas, que poderiam caracterizar a perda de identidade, verifica-se que quem habita a identidade da pessoa é o próprio personagem, que chega a se intitular com o mesmo nome do ídolo, se veste como este ídolo, acredita ser o próprio ídolo durante e fora de suas apresentações. É algo mais difícil de acontecer, mas não impossível”, ressalta Waléria Rossana.
Segundo o Advogado, Leonardo Bariani as modas são importantes para variarmos o nosso dia a dia, mas não é porque um artista que aprecio está criando um determinado padrão que devo segui-lo ou usar, por exemplo, um novo modelo de roupa. “Se eu gostar do que meu artista favorito está usando, posso até segui-lo, mas acho que não devo ter a obrigação de seguir moda, mesmo que eu não goste só para ser moderno, só para ser como os outros. Devemos ter opinião própria”, declara.
O técnico em informática, Renato Theodorio Borges diz que todos nós seres humanos temos em nosso íntimo um herói, um ídolo, um líder como fonte de inspiração. Porém não devemos deixar de lado nossa personalidade, para seguir os passos de um famoso, simplesmente por que ele dita moda. Hoje é ele, amanhã pode ser você.
Quem nunca imitou seu artista favorito, que atire a primeira pedra. No cotidiano percebemos comentários sobre o que aconteceu no capitulo passado da novela ou aquele filme sensacional. Cenas retratadas na televisão, nas folhas das revistas, ficam no subconsciente das pessoas, em alguns casos imitam o seu artista favorito incondicionalmente seguindo suas dicas, vestindo a mesma roupa, falando suas gírias e adotando o mesmo comportamento.
Ídolo do futebol bastante imitado é o jogador Neymar da Silva Santos Júnior, com seu corte de cabelo moicano, visto na cabeça de centenas de crianças. De acordo com a administradora de empresas, Marcia Vieira Benia, os canais de comunicação como a TV acabam por influenciar muito o comportamento das pessoas e isso é normal. Entretanto há que se tomar cuidado porque nem tudo o que é apresentado aos nossos olhos é adequado ao nosso cotidiano. Se por um lado esse comportamento de copiar as celebridades movimenta o mundo da moda e cria possibilidades de negócios, por outro lado pode ser nocivo às pessoas que em alguns casos perdem a noção do que é apropriado para elas e caem no ridículo com a adoção de um comportamento impróprio e às vezes vulgar.
No início da carreira o ator e também galã americano Jon Hamm viveu pequenos papéis em várias séries da Tv americana, incluindo 'Providence', 'The Division', 'What About Brian' e 'Related'. Mas ganhou grande reconhecimento ao interpretar o publicitário Don Draper, na série 'Mad Men', que estreou em julho de 2007 e está no ar até hoje. Além disso, ele participou do filme de ficção científica 'The Day the Earth Stood Still', que ditou moda na America e no Brasil.
Lavoisier afirmou que na natureza “[...] nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”, o que é de fato verdade e facilmente comprovado naquele ambiente, podendo inclusive ser tal afirmativa poética aplicável em parte também na natureza humana.
A psicóloga Waléria Rossana de Morais, entende que desde pessoas comuns até gênios sempre ouvimos falar ou presenciamos pessoas que criaram e criam muitas coisas: máquinas, objetos, artes, músicas, poemas, negócios, idéias, cursos, histórias e muito mais. “Tudo isso é fruto de um rebento chamado criatividade e intelectualidade que, de alguma forma, se materializa causando o milagre da transmutação do abstrato em concreto. Uma espécie de milagre cerebral e assim surgem as coisas!”
Waléria Rossana completa que as próprias pessoas passam por um processo psicológico chamado automodelagem, onde o sujeito em crescimento toma para si características que é do outro e experimenta ingredientes diferentes que lhe atiçam a curiosidade; interesse para formar sua própria identidade. Isso é perfeitamente saudável quando a criança tem as melhores referências e terrivelmente trágico quando a criança e até o adolescente tem as piores referências.
No entanto, a pissicologa diz que eventualmente alguns comportamentos adultos são imitados pelas crianças, pelos adolescentes e até mesmo por outro adulto. É muito comum ver a criança utilizando acessórios de sua mãe; ou o adolescente caracterizado ao estilo de seu ídolo cinematográfico ou mesmo o próprio adulto com trejeitos de seu chefe. A imitação é uma espécie de identificação com o outro e também muito saudável quando tais influências ajudam o sujeito fazer as melhores e mais íntimas escolhas de quem ele gostaria ser, sem deixar de ser ele mesmo.
A profissional constata que diante de tanto empenho em querer ser igual ao ídolo, resta à dúvida se tudo não passa de uma homenagem ou se trata de uma substituição de identidade. Assim, de acordo com o psicólogo graduado em psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Thiago Rodrigo Heine dos Santos, no período de construção de nossa identidade, procuramos e necessitamos de figuras de referência – no processo de interação com o meio externo e estruturação do meio interno – as quais farão nos sentirmos ou sermos parte de determinado grupo. “A influência e o ato de imitar determinados artistas ou bandas pode ser uma forma de expressão por parte dessas pessoas, o que faz eles se sentirem aceitos na sociedade em que vivem, frequentarem determinados lugares, e terem a tendência a envolver-se em grupos com os mesmos ideais”, afirma Thiago.
Apesar dessa formação da personalidade pela qual todos passam, para alguns especialistas, ser cover de alguém não significa a perda da identidade. Mestranda em psicologia pela Universidade Federal do Ceará (UFCE), Marcela Mello Ranier, salienta que para uma pessoa fazer o cover de outra é comum que se procure manter semelhança com aquela que imita. “Acredito que não é a imitação, por si só, que faria a pessoa se despojar de sua identidade para ‘incorporar’ este personagem”, completa. Também afirma que o cover pode ser visto como um tributo ou uma homenagem a um determinado artista ou banda, que marcou de alguma maneira uma geração ou a vida da própria pessoa.
Agora a perda de identidade, então, aconteceria caso o imitador realmente acreditasse que ele é o próprio sujeito imitado, sendo diferente quando o cover reconhece as diferenças entre ele e o personagem e consegue manter sua vida paralelamente aos momentos de trabalho. “Entretanto, noutras situações mais agravadas, que poderiam caracterizar a perda de identidade, verifica-se que quem habita a identidade da pessoa é o próprio personagem, que chega a se intitular com o mesmo nome do ídolo, se veste como este ídolo, acredita ser o próprio ídolo durante e fora de suas apresentações. É algo mais difícil de acontecer, mas não impossível”, ressalta Waléria Rossana.
Segundo o Advogado, Leonardo Bariani as modas são importantes para variarmos o nosso dia a dia, mas não é porque um artista que aprecio está criando um determinado padrão que devo segui-lo ou usar, por exemplo, um novo modelo de roupa. “Se eu gostar do que meu artista favorito está usando, posso até segui-lo, mas acho que não devo ter a obrigação de seguir moda, mesmo que eu não goste só para ser moderno, só para ser como os outros. Devemos ter opinião própria”, declara.
O técnico em informática, Renato Theodorio Borges diz que todos nós seres humanos temos em nosso íntimo um herói, um ídolo, um líder como fonte de inspiração. Porém não devemos deixar de lado nossa personalidade, para seguir os passos de um famoso, simplesmente por que ele dita moda. Hoje é ele, amanhã pode ser você.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Está decretada a GREVE nos Correios
Nesta noite 18 de setembro, diversos grupos sindicalistas dos Correios apóiam a paralização por tempo indeterminado. Esta é a solicitação dos funcionários da ECT, em diversas assembléias realizadas em todo Brasil, a favor dos braços cruzados, reivindicando melhores salários:
- Rio Grande do Sul – em greve;
- Mato Grosso - em greve;
- Alagoas - em greve;
- Ceara – em greve;
- RN - em greve;
- Piauí - em greve; - Brasília - em greve;
- RJ – em greve;
- Paraná – em Greve;
- São Paulo – em Greve;
- Pernambuco – em Greve;
- Vale Do Paraíba – em Greve;
- Santa Catarina – em Greve;
- Minas Gerais – em Greve;
- Pará – em Greve;
- Sergipe – em Greve;
- Paraíba – em Greve;
- Campinas – em Greve;
- Tocantins – em Greve;
- Goiás – em Greve.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Na opinião Orlandini, Celular: Antes tarde do que nunca
De: ricardoorlandini.net
Teve gente que achou exagerada a ação do Procon de Porto Alegre que proibiu a venda de novas linhas de telefones celulares e internet 3G pelas operadoras de telefonia desde segunda-feira passada.
Na esteira desta proibição em Porto Alegre, a Anatel finalmente resolveu defender o interesse dos consumidores e parar de fazer “olho branco” para a incompetência das operadoras.
O motivo alegado por aqui é de que nossa legislação é muito restritiva no que tange a permitir mais estações rádio base.
Se for isso, qual o motivo que leva a Anatel a fazer o mesmo em todo o Brasil, suspendendo as vendas da operadora com pior atendimento em cada estado?
A resposta é simples. Ninguém quer o osso, todos querem o filé e os usuários que se danem. As operadoras querem é faturar!
Já há algum tempo tenho dificuldade de fazer ligações (e receber também) em diversos locais do estado, e não só em Porto Alegre.
Já o 3G é uma piada de mau gosto. Devagar quase parando (quando funciona), este serviço é ruim (para ficar só por aí) em todas as operadoras e em qualquer lugar.
O 3G vai de regular a péssimo, sendo raro o bom e quase impossível o ótimo.
Na hora de vender, as operadoras prometem “mundos e fundos”. Já na prestação de serviços, fogem de seus clientes como o diabo da cruz, utilizando todo tipo de artimanha... digite um, dois, três..... e tenha paciência, muita paciência.
Alegar que a culpa é de que nossa legislação em Porto Alegre é restritiva é ser superficial demais.
A verdade é que faltam investimentos não só em mais rádio bases, mas em tecnologia, aumentando a capacidade de usuários simultâneos em cada célula.
E vou além.
Existem zonas, que não ficam onde o “diabo perdeu as botas”, em que o sinal é fraquíssimo ou inexistente.
Os exemplos são muitos, mas vejamos só alguns: Zona sul de Porto Alegre, partes da Freeway, praias do litoral norte e seus acessos, e por aí vai.
Repito: Sinal fraco ou inexistente e o 3G que deveria funcionar no litoral não funciona a contento ou simplesmente inexiste.
Pagamos um dos preços mais caros de telefonia no mundo (e energia elétrica também), se não é o maior, e o serviço é de terceiro-mundo.
Enfim alguém começa a pressionar no ponto fraco das operadoras, o faturamento, o bolso.
Elas devem melhorar o serviço e baixar os preços para números civilizados.
Ou será que continuaremos a tratar este assunto como fazemos com os bancos e cartões de crédito com suas taxas de juros?
Teve gente que achou exagerada a ação do Procon de Porto Alegre que proibiu a venda de novas linhas de telefones celulares e internet 3G pelas operadoras de telefonia desde segunda-feira passada.
Na esteira desta proibição em Porto Alegre, a Anatel finalmente resolveu defender o interesse dos consumidores e parar de fazer “olho branco” para a incompetência das operadoras.
O motivo alegado por aqui é de que nossa legislação é muito restritiva no que tange a permitir mais estações rádio base.
Se for isso, qual o motivo que leva a Anatel a fazer o mesmo em todo o Brasil, suspendendo as vendas da operadora com pior atendimento em cada estado?
A resposta é simples. Ninguém quer o osso, todos querem o filé e os usuários que se danem. As operadoras querem é faturar!
Já há algum tempo tenho dificuldade de fazer ligações (e receber também) em diversos locais do estado, e não só em Porto Alegre.
Já o 3G é uma piada de mau gosto. Devagar quase parando (quando funciona), este serviço é ruim (para ficar só por aí) em todas as operadoras e em qualquer lugar.
O 3G vai de regular a péssimo, sendo raro o bom e quase impossível o ótimo.
Na hora de vender, as operadoras prometem “mundos e fundos”. Já na prestação de serviços, fogem de seus clientes como o diabo da cruz, utilizando todo tipo de artimanha... digite um, dois, três..... e tenha paciência, muita paciência.
Alegar que a culpa é de que nossa legislação em Porto Alegre é restritiva é ser superficial demais.
A verdade é que faltam investimentos não só em mais rádio bases, mas em tecnologia, aumentando a capacidade de usuários simultâneos em cada célula.
E vou além.
Existem zonas, que não ficam onde o “diabo perdeu as botas”, em que o sinal é fraquíssimo ou inexistente.
Os exemplos são muitos, mas vejamos só alguns: Zona sul de Porto Alegre, partes da Freeway, praias do litoral norte e seus acessos, e por aí vai.
Repito: Sinal fraco ou inexistente e o 3G que deveria funcionar no litoral não funciona a contento ou simplesmente inexiste.
Pagamos um dos preços mais caros de telefonia no mundo (e energia elétrica também), se não é o maior, e o serviço é de terceiro-mundo.
Enfim alguém começa a pressionar no ponto fraco das operadoras, o faturamento, o bolso.
Elas devem melhorar o serviço e baixar os preços para números civilizados.
Ou será que continuaremos a tratar este assunto como fazemos com os bancos e cartões de crédito com suas taxas de juros?
sábado, 25 de junho de 2011
Homem recebe pinguim pelo Correios em livro que virou filme

Folha.com, Martha Lopes
Nem cachorro nem gato.
O Sr. Popper ganhou um pinguim.
E o bicho passou a viver na sua geladeira!
A confusão está no livro "Os Pinguins do Sr. Popper" (Intrínseca; R$ 24,90), de Richard e Florence Atwater, de 1938.
Em 1º/7, a história chega ao cinema. Mas "Os Pinguins do Papai" se passa nos dias de hoje. Imagine que bagunça!
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
A violência e a guerra em dois aspectos que nos aflige
Realmente estamos em guerra porque com a globalização o mundo, tudo gira em torno de lucro, atrelado ao capitalismo. Segundo o coronel da policia do Rio De Janeiro - RJ, a violência lá já atingiu de domingo até o presente momento 25 mortos, 4 PMs feridos, 300 detidos ou presos com 102 carros e ônibus incendiados.
O que acontece quando pessoas se vê perdendo poder, perdem dinheiro que ali ganhavam, alias “traficavam” há muito tempo, elas se revoltam. Mas, a segurança publica tem que vencer o mal, e neste conceito é necessário que cobremos do Governo, garantia da nossa segurança.
Para a paz e o bem estar de todos é preciso que nas famílias brasileiras, os pais ensinem aos filhos o amor, o respeito ao próximo, coloquem limites, para que eles não sejam violentos. É preciso punir urgentemente e severamente os agentes da violência e os grupos de extermínio.
Devemos cobrar e reclamar aos lideres políticos, não podemos deixar acontecer esta guerra urbana, travada entre um exército de bandidos sustentados pelo crime organizado, e pelo estado impotente, em geral formados por traficantes despreparados, com poucos recursos, digo por que os criminosos do Rio não têm homens para ser reposto.
Como brasileiro, vamos torcer para que esta onda de violência, ataques, tiroteios, corrupção acabe logo e que as autoridades não continuem “tapando o sol com a peneira” negando o óbvio que nos rodeia.
Podemos dizer que bandidos do crime organizado, nada temem, pois não são punidos como deveriam; mandando esta turma para a cadeia, jogando a chave fora. Ao fato aceitamos que o Estado, que representa a sociedade, não enfrente esta questão com a atenção que merece.
Não bastasse esta guerra onde somos vítimas também de suas balas perdidas, temos outra guerra, a do trânsito, que nos coloca dentro de uma verdadeira guerra mundial.
Já no caso da guerra do trânsito, devemos enfrentar da mesma maneira que estamos enfrentando a epidemia da dengue, e o fizemos com a AIDS.
O difícil de engolir é o que se gasta em publicidade governamental em outras campanhas, quando morrem na nossa frente mais de 50 mil brasileiros por ano nesta guerra do trânsito em nossas ruas e rodovias.
Além de políticas publicas e uma forte campanha educativa, devemos tratar como bandidos estes marginais que matam, mutilam impunemente atrás de um volante.
Ufa, fim de folha. No trabalho são muitos relatórios de multas do DETRAN, AMT, CMTT, AGETOP cometidas por motoristas infratores.
Lamentável o país em que vivemos, boa noite.
O que acontece quando pessoas se vê perdendo poder, perdem dinheiro que ali ganhavam, alias “traficavam” há muito tempo, elas se revoltam. Mas, a segurança publica tem que vencer o mal, e neste conceito é necessário que cobremos do Governo, garantia da nossa segurança.
Para a paz e o bem estar de todos é preciso que nas famílias brasileiras, os pais ensinem aos filhos o amor, o respeito ao próximo, coloquem limites, para que eles não sejam violentos. É preciso punir urgentemente e severamente os agentes da violência e os grupos de extermínio.
Devemos cobrar e reclamar aos lideres políticos, não podemos deixar acontecer esta guerra urbana, travada entre um exército de bandidos sustentados pelo crime organizado, e pelo estado impotente, em geral formados por traficantes despreparados, com poucos recursos, digo por que os criminosos do Rio não têm homens para ser reposto.
Como brasileiro, vamos torcer para que esta onda de violência, ataques, tiroteios, corrupção acabe logo e que as autoridades não continuem “tapando o sol com a peneira” negando o óbvio que nos rodeia.
Podemos dizer que bandidos do crime organizado, nada temem, pois não são punidos como deveriam; mandando esta turma para a cadeia, jogando a chave fora. Ao fato aceitamos que o Estado, que representa a sociedade, não enfrente esta questão com a atenção que merece.
Não bastasse esta guerra onde somos vítimas também de suas balas perdidas, temos outra guerra, a do trânsito, que nos coloca dentro de uma verdadeira guerra mundial.
Já no caso da guerra do trânsito, devemos enfrentar da mesma maneira que estamos enfrentando a epidemia da dengue, e o fizemos com a AIDS.
O difícil de engolir é o que se gasta em publicidade governamental em outras campanhas, quando morrem na nossa frente mais de 50 mil brasileiros por ano nesta guerra do trânsito em nossas ruas e rodovias.
Além de políticas publicas e uma forte campanha educativa, devemos tratar como bandidos estes marginais que matam, mutilam impunemente atrás de um volante.
Ufa, fim de folha. No trabalho são muitos relatórios de multas do DETRAN, AMT, CMTT, AGETOP cometidas por motoristas infratores.
Lamentável o país em que vivemos, boa noite.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
José Dirceu: "não posso aceitar o que Serra fez comigo"

Vagner Magalhães. Direto de São Paulo
O ex-ministro da Casa Civil do governo Lula, José Dirceu (PT), réu no processo do mensalão, afirmou nesta segunda-feira (1) no programa Roda Viva, da TV Cultura, que não pode aceitar o que o candidato derrotado à presidência da República, José Serra (PSDB) fez com ele durante a campanha. Dirceu diz que foi linchado publicamente antes do seu julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), mas acredita que o seu adversário não acabou politicamente e que tem valor porque lutou até o final. "Espero que ele tenha um papel na oposição. Não espero um País sem oposição. Não espero que o País viva assim", disse. O programa foi ao ar às 22h desta segunda-feira (1º).
De acordo com Dirceu, a postura do PSDB na campanha, notadamente no horário eleitoral de rádio e TV, foi inaceitável. "Não posso aceitar o que o José Serra fez comigo. Ele me linchou. E se eu for absolvido no Supremo, como é que fica? Ele me colocou como chefe de quadrilha. Eu tenho biografia, não tenho folha corrida", afirmou.
Após a gravação, Dirceu disse que o discurso feito por Serra ontem, reconhecendo a derrota, visa a mistificação e que é um discurso pequeno, do ponto de vista político. "O objetivo dele continua a ser a mistificação. Lutar pela liberdade e pela democracia como se ela estivesse ameaçada. Lutar pela liberdade e pela democracia, nós devemos sempre lutar. Agora, que esse é o principal problema do Brasil e a oposição deve ser construída em uma luta, como se nós fossemos uma ameaça para o País, não é correto.. Ele está vivendo em outro País", disse. Porém, por outro lado, Dirceu disse não subestimar a carreira política do adversário.
"Essa coisa de dizer que está morto, não vai mais fazer política, que não tem mais espaço, não é assim. Posso discordar, até condenar, porque acho que a guerra foi suja, a campanha se rebaixou muito. Essa questão religiosa, é muito grave que ele tenha trazido isso. A maneira como se tratou a questão da interrupção de gravidez, do aborto, mais grave ainda, mas isso não significa que eu reconheça que ele lutou e batalhou até o final", disse.
Segundo Dirceu, a partir de agora, o PSDB vai ter de superar a crise. "Agora é crise no partido porque eles estão praticamente empurrando o Aécio Neves para fora do partido. E quem autoriza isso está querendo que ele saia. Não é tão simples assim a vida não vai ser fácil do PSDB e do DEM. Mas eu não subestimo a oposição, porque ela tem força política", afirmou.
Dirceu disse que a oposição tinha a "certeza que ia ganhar a eleição de nós". Durante o programa, ele disse ainda que o governo Lula foi o que mais trabalhou contra a divisão do País e que o discurso da oposição, muitas vezes foi exatamente o contrário.
Sobre o seu julgamento no STF, Dirceu disse que vai fazer a sua defesa na sociedade e espera que o seu julgamento - ainda sem data definida - e que espera que ele não se transforme no 3º turno das eleições.
Por fim, ele afirmou que muitas vezes fica cansado consigo mesmo. "Virei um personagem que eu não sou, mas estou satisfeito com a solidariedade que recebi nesse País".
Assinar:
Postagens (Atom)


